Acordo à noite procurando teu corpo em minha cama encontro apenas o vazio entre os lençóis... Meu corpo revela o amor que escondo em mim. Sozinha me encontro e saio madrugada a dentro pensando em nossos momentos... Pensar em teu você me incendeia... Uma vontade louca de tocar teu corpo, de ter você dentro de mim... Um desejo enlouquecido de sentir você me domina... Meu corpo te chama... Grita... Se debate entre os lençóis que cobrem os seios que saciaram teus desejos... Minha boca procura o teu beijo, aquele beijo de língua que me suga a alma... meus lábios secos procuram se refrescar nos teus e se encontra a beijar o vazio... É o vazio que preenchem os meus beijos... Essa sede que tenho de ti... A sede que tens de mim?... A tua sede mata-a na fonte que jorra de mim, sou fonte que pode a ti saciar...
Minhas mãos percorrem meu corpo, lembrando-me das tuas, fazendo o mesmo caminho acompanhando as curvas, as sensações, a mudança na respiração, o tremor no corpo... Enrosco-me... Na aflição da saudade mais uma vez me amo sozinha ... No encontro do prazer... Na descoberta... Em cada toque uma nova sensação... A mão desliza... Fecho os olhos e sinto um arrepio provocado pela sensação de ser sua... Grito teu nome baixinho para não atrapalhar o som do amor que fazemos à distância... Gemidos... Mordo o travesseiro... O corpo delira... Retorço-me de prazer... Um ai ecoa pelo quarto escuro! Não, não é dor. É o prazer de amar, de te afogar em mim, de me sentir um mar...
Minhas mãos percorrem meu corpo, lembrando-me das tuas, fazendo o mesmo caminho acompanhando as curvas, as sensações, a mudança na respiração, o tremor no corpo... Enrosco-me... Na aflição da saudade mais uma vez me amo sozinha ... No encontro do prazer... Na descoberta... Em cada toque uma nova sensação... A mão desliza... Fecho os olhos e sinto um arrepio provocado pela sensação de ser sua... Grito teu nome baixinho para não atrapalhar o som do amor que fazemos à distância... Gemidos... Mordo o travesseiro... O corpo delira... Retorço-me de prazer... Um ai ecoa pelo quarto escuro! Não, não é dor. É o prazer de amar, de te afogar em mim, de me sentir um mar...

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